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18 de abril de 2013

Capítulo 13 - Epílogo (Seu Olhar - Primeira Temporada)



Capítulo 13 - Epílogo

A chuva forte me molhava se misturando com as lágrimas que rolavam pelo meu rosto. A minha frente se encontrava a lápide de Kate, colocado atrás de um monte de terra recém mexida. Aos poucos os presentes no enterro se retiravam. Jéssica me abraçou antes de sair, mas meu corpo estava sem vida. Só conseguia ficar parada encarando o nada e deixando que as lágrimas rolassem.
Garrett não esteve lá, mas ao longe sentia sua presença. De uma maneira ou de outra ele estava lá. Por mim; por ela.
Minhas mãos se fecharam em punho ao lembrar da cena de Kate morta. Até agora eu ainda parecia sentir sua pele fria em meus braços. Imagens de mim segurando seu corpo morto vinham em minha mente a todo momento, junto com o lembrete de que tudo poderia ter sido diferente.

Capítulo 12 - A Morte É O Principio (Seu Olhar - Primeira Temporada)



Capítulo 12 - A Morte É O Principio

Acordei no dia seguinte com os braços de Edward ao meu redor. Sorri ao sentir seus lábios em minha testa.
- Bom dia... – cumprimentou.
- Bom dia... – sussurrei de volta, abraçando seu pescoço. – Que horas são?
- Já passou do meio dia.
- O que? – exclamei. – Por que você não me acordou para a escola?
- Pra quem faltou quase um mês, um dia não fará falta.
- Kate?
- Eu liguei para ela avisando onde você estava.
- Parece que você cuidou de tudo... – sussurrei com um pequeno sorriso nos lábios.
- Às vezes eu faço isso... – respondeu e um sorriso malicioso surgiu em seus lábios. E o pegando de surpresa, pulei em seu colo, colocando uma perna de cada lado de seu quadril.

Capítulo 11 - Bônus (Seu Olhar - Primeira Temporada)



Capítulo 11 - Bônus

Suspirei feliz ao me aconchegar mais em Edward. Já havíamos feito amor duas vezes naquela noite, e meu corpo nunca se sentiu mais saciado. Não tinha como comparar, mas eu sabia que Edward era o melhor amante que eu poderia encontrar.
Sorri minimamente quando ele beijou meus cabelos e começou a passar o dedo pelas minhas costas, lentamente, quase não me tocando.
- Em que você está pesando? – sussurrei brincando com os pelos de seu peito.
- Que sou o homem mais sortudo do mundo por ter você. – sorri amplamente com isso.
- Idem Sr. Cullen – brinquei. – Me conte mais sobre você. – pedi deitando em cima de seu corpo, com o queixo apoiado em seu peito.

Capítulo 10 - Rendidos (Seu Olhar - Primeira Temporada)


Capítulo 10 - Rendidos

A deslumbrante mulher de olhos dourados me encarava com curiosidade e um pouco de... Surpresa? Não sabia, só sabia que ela era o tipo de mulher que deixava até Megan Fox com inveja. Mas apesar do olhar questionador, em seus lábios encontrava-se um sorriso doce e gentil.
- Nossa... Tenho que admitir, você é a cara dela. – falou finalmente, parecendo um pouco pasma e sentando-se a minha frente.
- Desculpe... O que?
- Ah perdoe-me por não me apresentar. Sou Tânia Denali – e estendeu-me uma mãe em cumprimento. Quando sua mão fria tocou a minha é que entendi o porquê de tanta beleza, era de se esperar que uma mulher tão linda como ela não fosse humana.
- Você é... Bom, é... – era difícil formular alguma palavra, pois mesmo já sabendo de tudo, “vampiro” não era uma palavra que me alegrasse muito.

Capítulo 9 - Revelações (Seu Olhar - Primeira Temporada)



Capítulo 9 - Revelações

O sorriso sarcástico continuava lá, preso em seus lábios rosados, causando estranhos calafrios em meu corpo, o único problema era que eu não sabia se esses calafrios eram de medo ou excitação, porque mesmo eu tentando me convencer, era difícil negar que eu sentia alguma coisa pelo Damon, se era algo físico ou emocional eu já não sabia.
- Posso entrar? – perguntei me forçando a esquecer esses pensamentos. Ele simplesmente fez uma reverencia em um convite claro.
A casa de Damon por dentro era uma mistura de moderno e clássico. Havia móveis que só de olhar, já sabia que custavam mais do que a minha casa. Mas já outros eram de uma delicadeza arcaica que impressionava. A casa era incrivelmente linda, o que parecia ser normal na vida dos vampiros.

Capítulo 8 - Declaração (Seu Olhar - Primeira Temporada)


Capítulo 8 - Declaração

Muitos dizem que o primeiro beijo de uma garota é o marco de sua vida, hoje eu entendo perfeitamente o que essas pessoas quiseram dizer com isso. Ter os lábios de Edward colados aos meus era uma sensação totalmente nova para mim, mas não menos incrível. Como todo o seu corpo, seus lábios também eram frios, mas em contato com os meus eles pareciam queimar a minha pele.
Gemi baixinho quando sua língua passou pelos meus lábios ainda fechados pedindo passagem. Eu nunca havia beijado antes, por isso não sabia nem como mexer os lábios, ou muito menos se eu deveria mexer eles, mas acho que Edward deveria saber disso, pois lentamente passou as pontas de seus dedos pela a minha coluna, fazendo leves carinhos, o que de maneira incrível me deixava um pouco mais calma. Suspirei abrindo meus lábios e dando passagem para sua língua, e foi no momento que sua língua tocou a minha que eu perdi um pouco do controle que eu ainda tinha.

Capítulo 7 - Sol e Lua (Seu Olhar - Primeira Temporada)



Capítulo 7 - Sol e Lua

Sabe aquela tão conhecida frase “querer não é poder”?  Bom ela explicava bem a minha situação agora. Eu queria muito estar errada sobre Edward, mas quanto mais eu o olhava mais eu percebia que estava certa, afinal como alguém poderia ser tão branco como ele? Ou frio e duro? As coisas pareciam tão óbvias agora, que me achava idiota por não ter percebido antes.
Edward continuava a me encarar sem dizer nada, igual a sua família, mas pela primeira vez eu não estava me importando nem um pouco com isso, minha história era com o Edward, ou ele me contava a verdade hoje ou eu teria que ir atrás da verdade sozinha.

Capítulo 6 - Descobrindo A Verdade (Seu Olhar - Primeira Temporada)



Capítulo 6 - Descobrindo A Verdade

O medo se tornou meu maior companheiro durante esses sete anos. Lembro que quando eu era pequena e tinha pesadelos a noite, com a morte de meus pais, Kate sempre vinha em meu quarto, me abraçava e contava histórias para afugentar os sonhos e às vezes até funcionava, mas isso já faz muito tempo. O que fazer agora, quando mesmo depois de todo esse tempo eu continuo tendo esses mesmos pesadelos? E que a cada dia ficam piores?

Eu não voltei a sonhar com o Damon, muito menos com seus olhos vermelhos, mas apesar de não ter voltado a sonhar com ele, não quer dizer que eu tenha esquecido. Eu ainda tremia de medo toda vez que o via nos corredores da escola, mas eu resolvi ignorá-lo completamente e ele também pareceu fazer o mesmo, pois nunca mais olhou na minha cara, o que eu agradeci. Mas eu não estava pensando nisso, principalmente hoje... Sexta feira, dia do meu “encontro” com o Edward. 

Capítulo 5 - Aluno Novo (Seu Olhar - Primeira Temporada)




Capítulo 5 - Aluno Novo

De repente eu senti minha cabeça girando e meu estomago se revirando, se braços frios não tivessem me pegado, eu tinha desabado no chão. Edward – não tinha como não reconhecer o seu toque – me pegou em seus braços, me mantendo aninhada ao seu corpo. Tremi, mas não por causa do frio de seu corpo, mas porque sentia olhos queimando em minhas costas, e eu sabia muito bem de onde vinha esse olhar. Fechei os olhos com força, me forçando a não pensar em quem quer que estivesse me olhando e coloquei minha cabeça na curva do pescoço de Edward, e fiquei assim até que senti que já estávamos do lado de fora da escola. O vento frio e úmido balançaram meu cabelo solto, fazendo com que alguns fios fossem parar na minha cara. Consegui respirar melhor agora, pois finalmente me vi livre do cheiro insuportável de sangue.

Capítulo 4 - Halloween Sangrento (Seu Olhar - Primeira Temporada)




Capítulo 4 - Halloween Sangrento

Vários meses haviam se passado desde que eu falei com Edward Cullen pela ultima vez. Vários meses em que eu passava angustiada, sem saber o porquê de ele estar me evitando. E pior do que ser evitada por ele, era sonhar com ele todas as noites. Sonhos que se tornavam cada vez mais nítidos. Às vezes acordava no meio da noite imaginando que ele estava dentro do quarto, comigo, mas era só eu piscar os olhos e perceber que não se tratava de uma alucinação.
Na escola ele nem ao menos me dirigia a palavra. Quando eu dava bom dia, ele simplesmente balançava a cabeça em cumprimento. Depois de dois meses, desistir de falar com ele. O que deixava a minha vida escolar um pouco melhor, era saber que eu rapidamente estava me enturmando. Jéssica se mostrou uma grande amiga, na verdade, acho que minha única verdadeira amiga, pois as outras garotas, só pareciam ficar perto de mim pela minha subida popularidade.

Capítulo 3 - O Que Há Com Ele? (Seu Olhar - Primeira Temporada)




Capítulo 3 - O Que Há Com Ele?

Minhas pernas tremiam enquanto eu andava pelos corredores da escola deserta. Tinha ficado mais tempo dentro do banheiro do que imaginava, quando sai não tinha mais nenhum aluno nos corredores.
Depois que Edward saiu, eu continuei sentada no chão, encarando o que ele tinha feito na parede. Como ele fez aquilo? Essa era uma de muitas perguntas que rolavam em minha mente. Só alguém forte o bastante conseguiria quebrar um azulejo, e mesmo com a força, ainda sairia machucado, mas Edward não pareceu se machucar, ou se importar com a dor, pois mesmo com a rapidez que saiu do banheiro, eu pude perceber que a única coisa que ele sentia era raiva, uma raiva que ainda me deixava confusa.

Capítulo 2 - Os Cullens (Seu Olhar - Primeira Temporada)



Capítulo 2 - Os Cullens

# Sete Anos Depois

“Não reconhecia onde estava só sabia que era lindo. Só se enxergava flores e árvores por todos os lados, mas não conseguia me concentrar nisso, a única coisa que eu enxergava eram seus olhos. Olhos vermelhos, que comprovavam mais ainda que sua vida era manchada pelo sangue das vitimas que ele próprio provocou.

Mas ao contrario da primeira vez que o vi, dessa vez não sentia medo, mas alivio. Como se dentro daquela imensidão vermelha, eu finalmente tivesse encontrado o meu lugar.

Capítulo 1 - Prólogo (Seu Olhar - Primeira Temporada)



Capítulo 1 - Prólogo


Eu não sei como descrever o que sentia nesse exato momento, poderia dizer medo, angústia, raiva, mas nenhum desses era o suficiente.

As lágrimas rolavam por o meu rosto de criança livremente, soluços eram tentados ser abafados por minhas mãos pequenas, e o medo em meus olhos era visível.

A chuva era forte lá fora, a caverna em que eu estava só fazia com que eu sentisse mais frio. Sabia que não poderia ficar aqui dentro pra sempre, mas o instinto de sobrevivência era maior, fazendo com que minhas pernas não me obedecessem, fazendo com que eu continuasse parada no mesmo lugar.